
Introdução
Por que este diagnóstico existe, como ele foi feito, e o que ele propõe
O plano principal · B2B
Kaizen Enxovais
A indústria. Atacado, revenda, magazines e lojistas. Site institucional, comercial humano, Google de intenção (“fornecedor / atacado de cortina”), CRM B2B e recorrência de alto ticket. É aqui que se ganha margem e escala.
A operação de caixa · B2C
Bella Primor Enxovais
O consumidor final. Marketplaces (Shopee, ML) + e-commerce próprio (Shopify). Marca, Instagram e kits para subir ticket. Mantém o caixa girando — sem consumir a energia que vai pro B2B.
Tudo aqui foi construído sobre a operação real de vocês — não sobre teoria de mercado. O retrato quantitativo (Painel) foi medido sobre a conta Dom Enxovais — a conta de referência analisada, que serve de amostra do diagnóstico para todo o negócio. Lemos os relatórios da própria loja (vendas, taxas, anúncios, afiliados e estoque dos últimos 90 dias), olhamos os concorrentes que disputam o seu cliente de verdade (no marketplace e na revenda) e medimos a estrutura de custos como ela é. O custo de produção por peça é de ~35% (informado por vocês) — está cravado nas contas de margem. Onde algum dado ainda falta, assumimos uma premissa de mercado e deixamos isso escrito na cara, em vez de esconder atrás de uma conta fechada. Essa é a regra do documento inteiro: todo número é medido (real) ou marcado como premissa. É o que separa direção de achismo.
Trocar “vender mais do mesmo comprando tráfego no B2C” por “virar a chave para o B2B, onde a margem e a recorrência moram”. Na prática, dois mundos rodam em paralelo: o B2C (Bella Primor) — Shopee, afiliados, e-commerce — segue como caixa, ocupando a fábrica e financiando a virada; e o B2B (Kaizen) — atacado, revenda, lojistas e magazines — vira o plano de crescimento: poucos clientes, ticket alto, recompra de R$120–130 mil. É onde a capacidade ociosa da fábrica vira dinheiro que sobra. O B2C paga as contas; o B2B faz a empresa crescer.
O diagnóstico vai do retrato à ação, nesta ordem: o Painel (os números reais), a Pesquisa de Mercado (onde vocês jogam e contra quem), o Posicionamento (o que torna a Kaizen diferente), a verdade da Margem, os canais (mídia, criativos, ambientes e comercial) e, no fim, a Estratégia e um Plano de Ação que termina em “faça isso” — não em teoria. Cada termo técnico vem explicado no caminho; nada aqui exige que você seja da área de marketing para entender.
Este não é um relatório para arquivar. É um plano para executar: começa pelos movimentos que rodam já nesta semana, com o que vocês já têm na mão, e cresce a partir daí. A seguir, o ponto de partida de tudo — o retrato honesto da operação no Painel de Indicadores.